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No Maximus, a decoração era apocalíptica, mas lounge vip foi o paraíso

15 MAI 2017
15 de Maio de 2017
Uma gota de suor escorria do rosto de Christian Horodenki, 25, e borrava a sua pintura do tipo corpse paint, feita por uma maquiadora colocada à disposição do público, no lounge vip do festival Maximus, neste sábado (13). Corpse paint é um tipo de pintura facial em preto e branco, muito utilizada por bandas de black metal e que retratam sentimentos de ódio e agonia.

Mas os sentimentos que o jovem, descendente de ucranianos, sentia naquele momento estavam bem mais próximos da felicidade e do êxtase. "Paguei caro para estar aqui [R$ 724 meia entrada, mas estou muito feliz. Foi a melhor decisão da minha vida", disse Horodenki.

Outros mimos grátis (quer dizer, incluídos no preço que ultrapassou os R$ 1.000) eram corte de cabelo em um stand do Circus e barba e bigode no The Rocks. Dois tatuadores também estavam à disposição. Por volta das 16h, 26 pessoas estavam na fila pela tatoo, com tempo de espera de quase duas horas, porém eles só faziam quatro desenhos pré definidos - e não era de henna, era definitiva.
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